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Evangelho segundo João
Capítulo 1
João em seu texto introdutório faz um resumo do que queria revelar em seu livro: Jesus é Deus, ele é Eterno, estava com Pai desde a Criação do mundo, é a Luz para uma humanidade em trevas, uns o rejeitaram, outros aceitaram e foram feitos filhos de Deus. Também fala a respeito do testemunho de João Batista, o precursor de Jesus que afirmou ser Ele o Messias. Narra ainda, como se deu a chamada dos primeiros discípulos de Cristo, André, Simão, Filipe e Natanael.
Capítulo 2
O segundo capítulo relata o primeiro milagre público de Jesus: “A transformação da água em vinho” durante um casamento em Caná da Galiléia e a indignação de Jesus diante daqueles que profanavam o Templo do Senhor realizando comércio durante a festa da Páscoa.
Capítulo 3
O terceiro capítulo narra a conversão de Nicodemos, um fariseu muito influente em sua época, para o qual Jesus ensina a lição do “novo nascimento” e registra mais um dos testemunhos de João Batista acerca de Jesus, o Cristo.
Capítulo 4
No capítulo quatro, Jesus quebra paradigmas, ao conversar com uma mulher samaritana junto à fonte de Jacó, oferecendo-lhe a “água viva” que saciaria sua sede e produziria dentro dela uma fonte de água a jorrar para a vida eterna, também deu instruções sobre como adorar a Deus: “em espírito e em verdade”, esse episódio termina com o testemunho da mulher diante dos moradores daquela cidade, que também foram ter com Jesus e aprender dele. Após isso, Jesus fala a seus discípulos acerca da colheita espiritual, onde tanto o que semeia quanto o que ceifa, recebe igual recompensa.
Capítulo 5
Neste capítulo Jesus parte para a Galiléia, onde cura o filho de um oficial do governo. Depois vai para Jerusalém, onde se depara com um paralítico ansioso pela cura junto ao tanque de Betesda, e Jesus tendo misericórdia o curou e mandou que tomasse sua cama e fosse embora. Esse milagre despertou a ira dos judeus já que era sábado, dia sagrado segundo a tradição judaica, assim deu-se início à perseguição de Jesus. Ao ser questionado sobre o fato, Jesus pareceu não se importar com a tradição e afirmou ser o Filho de Deus, o que agravou ainda mais a situação.
Capítulo 6
Este capítulo relata mais um milagre realizado por Jesus: “a multiplicação de cinco pães e dois peixes”, que acabaram por alimentar uma multidão de cinco mil homens, além de mulheres e crianças. Relata ainda a ocasião em que Jesus foi ter com seus discípulos andando sobre as águas do mar e outro momento no qual declarou-se como “o pão vivo que desceu do céu”, o que causou grande murmuração entre os judeus e a dispersão de muitos dos seus discípulos.
Capítulo 7
No capítulo 7, continuam as polêmicas a respeito de Jesus, João registra que seus próprios irmãos duvidavam dele e que havia grande dissensão entre o povo, uns criam, outros não e outros ainda questionavam a origem do Messias. Este capítulo também fornece informações adicionais sobre Nicodemos, mostrando que ele defendeu Jesus diante dos fariseus.
Capítulo 8
Agora Jesus está diante de uma mulher adúltera e de uma multidão sedenta por fazer justiça com as próprias mãos. A saída encontrada por ele foi mostrar que ninguém ali era digno de matá-la, pois todos eram igualmente pecadores, a mulher obteve o perdão de Jesus e encontrou nele um novo recomeço para sua vida.
Em seguida temos o registro de mais um discurso de Jesus no qual ele afirma ser a “Luz do mundo”, fala sobre o juízo para os que não crerem nele, sobre os verdadeiros filhos de Deus, acusa os judeus de serem filhos do diabo por não darem ouvidos à sua mensagem, afirma a sua divindade e preexistência.
Capítulo 9
Jesus mais uma vez é alvo de críticas por curar um cego de nascença, no dia de sábado, junto ao tanque de Siloé. O interessante neste capítulo é o testemunho corajoso do cego diante dos religiosos e seu entendimento a respeito de Jesus, ele creu que este não poderia fazer tal obra se não fosse de Deus.
Capítulo 10
Registro de outro discurso de Jesus no qual ele afirma ser “o bom Pastor” que dá a vida pelas suas ovelhas e a “porta” da salvação que conduz à vida eterna. Relata ainda mais um encontro com os religiosos, durante a Festa da Dedicação no qual eles tentaram apedrejá-lo, mas Jesus conseguiu escapar, dirigindo-se para o local onde havia sido batizado por João, ali muitos foram ter com ele, desejando ouvir sua mensagem.
Capítulo 11
Neste texto Jesus afirma ser a “ressurreição e a vida”, demonstra sua humanidade ao chorar a morte de Lázaro, um amigo querido e logo em seguida mostra seu poder e divindade trazendo ele de volta à vida. E mais uma vez, os fariseus ao invés de o odorarem, buscavam prendê-lo e matá-lo.
Capítulo 12
Este capítulo descreve um jantar oferecido a Jesus pela família de Lázaro, no qual Maria realiza um dos maiores atos de adoração da Bíblia, ela unge os pés de Jesus com um óleo caríssimo, sendo criticada por Judas Iscariotes e elogiada por Jesus. Depois, Jesus entra em Jerusalém montado em um jumentinho, sendo aclamado pela multidão pelo que havia realizado na vida de Lázaro, conforme predito pelo profeta Zacarias.
Em seguida, Ele anuncia que chegou a hora de ser glorificado e utilizando a metáfora do grão de trigo, explica que precisa morrer para que outros vivam.
João registra que apesar dos milagres realizados por Jesus, grande parte do povo não creu e outros até creram, mas o negavam por medo de serem expulsos da sinagoga.
Já no final do capítulo há um fala de Jesus, na qual ele sintetiza a sua mensagem, dizendo quem era, qual sua missão e em nome de quem falava.
Capítulo 13
Agora, Jesus ensina a lição da humildade aos seus discípulos, lavando-lhes os pés e incentivando-os a fazerem o mesmo uns com os outros. Após isso, ambos compartilham sua última ceia na qual o traidor, Judas Iscariotes, é revelado, um mandamento, amar uns aos outros, é deixado e Pedro é confrontado por declarar-se capaz de dar sua vida por Jesus, pois o Mestre sabia que no futuro, ele iria negá-lo.
Capítulo 14
Jesus declara-se como “o caminho, a verdade e a vida” e consola seus discípulos com algumas promessas: um lugar junto dele na casa de seu Pai, autoridade para realizar as mesmas obras que Ele, outro Consolador (o Espírito Santo) e a paz que excede todo o entendimento.
Capítulos 15 e 16
Os capítulos quinze e dezesseis de João contêm o discurso de despedida de Jesus, dirigido especialmente aos seus discípulos.
Utilizando a metáfora da “Videira e suas varas”, Jesus ensina sobre a importância da permanência nele. Ele esperava que seus discípulos fossem varas frutíferas no mundo e para isso, precisavam permanecer ligados a Ele por meio de suas palavras, caso contrário seriam cortados por Deus, o Lavrador.
Além disso, Jesus reforça seu principal mandamento, o amor, pela primeira vez os chama de “amigos” e afirma tê-los escolhido e não ter sido escolhido por eles como imaginavam.
Faz um alerta: deveriam preparar-se para o ódio e perseguição vindoura e ensina sobre a obra do Espírito Santo na terra: convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo, consolar e guiar seus discípulos, glorificá-lo.
Capítulo 17
Este capítulo registra a intercessão de Jesus por si mesmo, pedindo que o Pai o glorificasse; pelos seus discípulos, pedindo que sua alegria permanecesse neles, que fossem livres do mal e santificados na verdade e pelos futuros crentes para que permanecesse em unidade com ele e uns com os outros.
Capítulo 18
Jesus é traído e preso, Pedro tenta defender-lhe, mas é repreendido. Jesus é interrogado por Anás, Caifás e Pilatos que não tendo de que acusá-lo, propõe a sua liberdade, mas esta opção é imediatamente rejeitada pelos judeus, que preferem libertar Barrabás, o salteador. Neste capítulo temos ainda o registro do cumprimento do que havia sido dito por Jesus a respeito da covardia de Pedro, que acaba negando-o por três vezes.
Capítulo 19
Jesus é açoitado, ganha uma coroa de espinhos e uma veste de púrpura. O povo insiste em sua crucificação, Pilatos resiste, mas é pressionado, o acusam de ser inimigo do imperador, sem ter o que fazer Pilatos entrega Jesus para ser crucificado. Ele toma a sua cruz e caminha para o lugar chamado Calvário, nela é pregado, com mais dois homens, um de cada lado; ganha um título: “Jesus Nazareno, Rei dos Judeus”, tem as suas vestes repartidas entre os soldados, em seus últimos momentos de vida, preocupa-se em deixar sua mãe amparada, designando um de seus discípulos para cuidar dela.
Finalmente cumpre sua missão, expira na cruz, tem o seu lado rasgado, estava tudo consumado. Os discípulos que andavam com ele o abandonaram, mas dois, José de Arimatéia e Nicodemos que o seguiam de longe, tomaram o seu corpo, cuidaram dele e o sepultaram.
Capítulo 20
Este capítulo registra as primeiras aparições de Jesus após sua morte e ressurreição, a primeira a vê-lo foi Maria Madalena, depois alguns discípulos e por último Tomé, que duvidando do que lhe contaram desejava vê-lo para crer no que aconteceu.
Capítulo 21
Jesus aparece pela terceira vez aos seus discípulos, enquanto pescavam junto ao mar de Tiberíades. A pesca estava difícil, nada conseguiam pegar, até que Jesus aparece e ordena que joguem a rede ao lado direito do barco. Inicialmente eles não o reconheceram, mas ao verem a rede retornar cheia de peixes, souberam quem estava com eles.
Jesus oferece-lhes um jantar à beira mar e tem um diálogo particular com Pedro, no qual ele o confronta, sondando seus sentimentos e intenções, em seguida, oferece-lhe uma chance de consertar o erro que cometera ao negá-lo, pede que apascente as suas ovelhas. O seu fim também é revelado, haveria de morrer pela causa do Mestre. João encerra seu livro com uma declaração importante, era ele o discípulo a quem Jesus amava e que teve o seu nome oculto durante todo o relato, declara ainda que seu testemunho é verdadeiro e que contém apenas uma parte dos atos realizados por Jesus durante sua vida, pois seria impossível descrevê-los todos.
Santo Antônio
Celebramos a memória do popular santo – doutor da Igreja – que nasceu em Lisboa, no ano de 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, por isso é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. O nome de batismo dele era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo.
Ainda jovem pertenceu à Ordem dos Cônegos Regulares, tanto que pôde estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, até ser ordenado sacerdote. Não encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligência e memória formidáveis, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade. Aconteceu que em Portugal, onde estava, Antônio conheceu a família dos Franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho dos mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças.
Ao ir para Marrocos, Antônio ficou tão doente que teve de voltar, mas providencialmente foi ao encontro do “Pobre de Assis”, o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as ciências que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho. Neste sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo Antônio serviu sua família franciscana através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isto até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna.
Ainda jovem pertenceu à Ordem dos Cônegos Regulares, tanto que pôde estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, até ser ordenado sacerdote. Não encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligência e memória formidáveis, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade. Aconteceu que em Portugal, onde estava, Antônio conheceu a família dos Franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho dos mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças.
Ao ir para Marrocos, Antônio ficou tão doente que teve de voltar, mas providencialmente foi ao encontro do “Pobre de Assis”, o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as ciências que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho. Neste sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo Antônio serviu sua família franciscana através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isto até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna.
Oração a Santa Sara Kali
O seu nome, tal como o de Sara no Antigo Testamento, pode ser um nome hebraico que indica uma mulher de alta sociedade, que algumas vezes é traduzido como “princesa” e outras “senhora”. Já o epíteto Kali deve significar "negra", da língua indiana sânscrito, por sua tez ser escura. Seu culto se liga ao das Virgens Negras.
As lendas a identificam como a serva de uma das três mulheres de nome Maria que estavam presentes à crucificação de Jesus .E algumas lendas dizem que ela era filha de Jesus e Maria madalena.
Algumas falam que ela seria serva e parteira auxiliar de Maria, e que Jesus, por esta tê-lo trazido ao mundo, teria uma alta estima por ela. Outras, que era serva de Maria Madalena. Seu centro de culto é a cidade de Saintes-Maries-de-la-Mer, na França, onde ela teria chegado junto com Maria Jacobina, irmã de Maria, mãe de Jesus, Maria Salomé, mãe dos apóstolos Tiago e João, Maria Madalena, Marta, Lázaro e Maxíminio. Eles teriam sido jogados no mar em um barco sem remos nem provisões, e Sara teria rezado e prometido que se chegassem a salvo em algum lugar ela passaria o resto de seus dias com a cabeça coberta por um lenço. Eles depois disso chegaram a Saintes-Maries, onde algumas lendas dizem, foram amparadas por um grupo de ciganos.
A imagem de Santa Sara fica na cripta da igreja de Saint Michel, onde estariam depositados seus ossos.
Fontes variam: se sua canonização consta de 1712, ou se é uma santa regional. Sua festa é celebrada nos dias 24 e 25 de maio, reunindo ciganos de todo o mundo.
Sua imagem é coberta de lenços, sendo ela uma protetora da maternidade. Mulheres que não conseguem engravidar e mulheres que pedem por um bom parto, ao terem seus pedidos atendidos, depositam aos seus pés um lenço (diklô). Centenas de lenços se acumulam aos seus pés. As pessoas fazem todo tipo de pedido para Santa Sara, por sua fama de atender todos os que depositam verdadeira fé nela. Santa Sara é a santa dos desesperados, dos ofendidos e dos desamparados.
Primeira oração de Santa Sara Kali
Segunda oração de Santa Sara Kali
São Pedro - 1º Papa
SÃO PEDRO (33 à 67 d.C.)
O primeiro Papa nasceu em Betsaida, na Galiléia. Trabalhava na pesca com o pai e o irmão, quando Jesus o encontrou em Cafarnaum e lhe prometeu que se tornaria pescador de homens. Em Cesaréia de Filipe, Jesus lhe disse: "Tu és Pedro e sobre esta pedra construirei minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo que desligares na terra será desligado no céu." (Mt 16,14-20.).
Recebeu de Jesus Cristo a autoridade para conduzir a Igreja e transmitir esse poder a seus
sucessores: "Apascenta minhas ovelhas".
Antes de receber esse poder, expressou por três vezes seu amor a Jesus. Instituiu a primeira ordem eclesiástica e a oração do "Pai Nosso". Preso, foi martirizado durante a perseguição do Imperador Nero, em 29 de junho de 67. Quis ser crucificado com a cabeça para baixo. Seu túmulo está situado sob a Basílica de São Pedro, no Vaticano.
Oração a São Cosme e São Damião, padroeiros dos farmacêuticos, médicos e faculdades de medicina
São Cosme e Damião, que por amor a Deus e ao próximo vos dedicastes à cura do corpo e da alma de vossos semelhantes, abençoai os médicos e farmacêuticos, medicai o meu corpo na doença e fortalecei a minha alma contra a superstição e todas as práticas do mal.
Que vossa inocência e simplicidade acompanhem e protejam todas as nossas crianças. Que a alegria da consciência tranqüila, que sempre vos acompanhou, repouse também em meu coração. Que a vossa proteção conserve meu coração simples e sincero, para que sirvam também para mim as palavras de Jesus: "Deixai vir a mim os pequeninos, porque deles é o Reino do Céu".
São Cosme e Damião, rogai por nós.
Amém.
Todos os Papas
Conheça todos os Papas desde o primeiro até o atual
Nome - Naturalidade - Início - Término
São Pedro Betsaida 0 67
São Lino Túscia 67 76
Santo Anacleto Roma 76 88
São Clemente I Roma 88 97
Santo Evaristo Grécia 97 105
Santo Alexandre I Roma 105 115
São Sisto I Roma 115 125
São Telésforo Grécia 125 136
Santo Higino Grécia 136 140
São Pio I Aquiléia 140 155
Santo Aniceto Síria 155 166
São Sotero Campânia 166 175
Santo Eleutério Epiro 175 189
São Vitor I África 189 199
São Zeferino Roma 199 217
São Calisto I Roma 217 222
Santo Urbano I Roma 222 230
São Ponciano Roma 230 235
Santo Antero Grécia 235 236
São Fabiano Roma 236 250
São Cornélio Roma 251 253
São Lúcio I Roma 253 254
Santo Estevão I Roma 254 257
São Sisto II Grécia 257 258
São Dionísio - 259 268
São Félix I Roma 269 274
Santo Eutiquiano Luni 275 283
São Caio Dalmácia 283 296
São Marcelino Roma 296 304
São Marcelo I Roma 308 309
Santo Eusébio Grécia 309 309
São Melquíades África 311 314
São Silvestre I Roma 314 335
São Marcos Roma 336 336
São Júlio I Roma 337 352
Libério Roma 352 366
São Dâmaso I Espanha 366 384
São Sirício Roma 384 399
Santo Anastácio I Roma 399 401
Santo Inocêncio I Albano 401 417
São Zósimo Grécia 417 418
São Bonifácio I Roma 418 422
São Celestino I Campânia 422 432
São Sisto III Roma 432 440
São Leão Magno Túscia 440 461
Santo Hilário Sardenha 461 468
São Simplício Tivoli 468 -
São Félix III (II) Roma 483 492
São Galásio I África 492 496
Anastácio II Roma 496 498
São Símaco Sardenha 498 514
São Hormisdas Frosinone 514 523
São João I Túscia 523 526
São Félix IV (III) Sâmnio 526 530
Bonifácio II Roma 530 532
João II Roma 533 535
Santo Agapito I Roma 535 536
São Silvério Campânia 536 537
Vigílio Roma 537 555
Pelágio I Roma 556 561
João III Roma 561 574
Bento I Roma 575 579
Pelágio II Roma 579 590
São Gregório I Roma 590 604
Sabiniano Túscia 604 607
Bonifácio III Roma 607 608
São Bonifácio IV Marsi 608 615
São Adeodato I Roma 615 618
Bonifácio V Nápoles 619 625
Honório I Campânia 625 638
Severino Roma 640 640
João IV Dalmácia 640 642
Teodoro I Grécia 642 649
São Martinho I Todi 649 655
Santo Eugênio I Roma 654 657
São Vitaliano Segni 657 672
Adeodato II Roma 672 676
Dono Roma 676 678
Santo Ágato Sicília 678 681
São Leão II Sicília 682 683
São Bento II Roma 684 685
João V Síria 685 686
Cônon - 686 687
São Sérgio I Síria 687 701
João VI Grécia 701 705
João VII Grécia 705 707
Sisínio Síria 707 708
Constantino I Síria 708 715
São Gregório II Roma 715 731
São Gregório III Síria 731 741
São Zacarias Grécia 741 752
Estevão II Roma 752 757
São Paulo I Roma 757 767
Estevão III Roma 768 772
Adriano I Roma 772 795
São Leão III Roma 795 816
Estevão IV Sicília 816 817
São Pascoal I Roma 817 824
Eugênio II Roma 824 827
Valentim I Roma 827 827
Gregório IV Roma 827 844
Sério II Roma 844 847
São Leão IV Roma 847 855
Bento III Roma 855 858
São Nicolau I Roma 858 867
Adriano II Roma 867 872
João VIII Roma 872 882
Mariano I Gellese 882 884
Santo Adriano III Roma 884 885
Estevão V Roma 885 891
Formoso Pôrto 891 896
Bonifácio VI Roma 896 896
Estêvão VI Roma 896 897
Romano Gallese 897 897
Teodoro II Roma 897 897
João IX Tivoli 898 900
Bento IV Roma 900 903
Leão V Árdea 903 903
Sérgio III Roma 904 911
Anastácio III Roma 911 913
Lando Sabina 913 914
João X Tossignano 914 928
Leão VI Roma 928 928
Estevão VII Roma 929 931
João XI Roma 931 935
Leão VII Pavia 936 939
Estêvão VIII Roma 939 942
Marino II Roma 942 946
Agapito II Roma 946 955
João XII Roma 955 964
Leão VIII Roma 963 965
Bento V Roma 964 966
João XIII Túsculo 965 972
Bento VI Roma 973 974
Bento VII Roma 974 983
João XIV Roma 983 984
João XV Roma 985 996
Gregório V Saxônia 996 999
Silvestre II Alvérnia 999 1003
João XVII Roma 1003 1004
João XVIII Roma 1004 1009
Sérgio IV Roma 1009 1012
Bento VIII Túsuculo 1012 1024
João XIX Túsuculo 1024 1032
Bento IX Túsuculo 1032 1045
Silvestre III Roma 1045 1045
Bento IX (2ª vez) - 1045 1045
Gregório VI Roma 1045 1046
Clemente II Saxônia 1046 1047
Bento IX (3ª vez) - 1047 1048
Dâmaso II Baviera 1048 1049
São Leão IX Egisheim-Dagsburg 1049 1055
Vitor II Dolinstein-Hirschberg 1055 1057
Estêvão X Lorena 1057 1059
Nicolau II Borgonha 1059 1061
Alexandre II Milão 1061 1073
São Gregório VII Túscia 1073 1085
Beato Vitor III Benevento 1086 1087
Beato Urbano II França 1088 1099
Pascoal II Ravena 1099 1118
Gelásio II Gaeta 1118 1119
Calisto II Borgonha 1119 1124
Honório II Fagnano 1124 1130
Inocêncio II Roma 1130 1143
Celestino II Castelo 1143 1144
Lúcio II Bolonha 1144 1145
Beato Eugênio III Pisa 1145 1153
Anastácio IV Roma 1153 1154
Adriano IV Inglaterra 1154 1159
Alexandre III Siena 1159 1181
Lúcio III Lucca 1181 1185
Urbano III Milão 1185 1187
Gregório VIII Benevento 1187 1187
Clemente III Roma 1187 1191
Celestino III Roma 1191 1198
Inocêncio III Anagni 1198 1216
Honório III Roma 1216 1227
Gregório IX Anagni 1227 1241
Celestino IV Milão 1241 1241
Inocêncio IV Gênova 1243 1254
Alexandre IV Anagni 1254 1261
Urbano IV Troyes 1261 1264
Clemente IV França 1265 1268
Beato Gregório X Placência 1271 1276
Beato Inocêncio V Savóia 1276 1276
Adriano V Gênova 1276 1276
João XXI Portugal 1276 1277
Nicolau III Roma 1277 1280
Matinho IV França 1281 1285
Honório IV Roma 1285 1287
Nicolau IV Ascoli 1288 1292
São Celestino V Isérnia 1294 1294
Bonifácio VIII Anagni 1294 1303
Beato Bento XI Treviso 1303 1304
Clemente V França 1305 1314
João XXII Cahors 1316 1334
Bento XII França 1335 1342
Clemente VI França 1342 1352
Inocêncio VI França 1352 1352
Bento Urbano V França 1362 1370
Gregório XI França 1370 1378
GRANDE CISMA DO OCIDENTE - PAPAS ROMANOS
Urbano VI Nápoles 1378 1389
Bonifácio IX Nápoles 1389 1404
Inocêncio VII Sulmona 1404 1406
Gregório XII Veneza 1406 1415
PAPAS DEPOIS DO GRANDE CISMA
Martinho V Roma 1417 1431
Eugênio IV Veneza 1431 1447
Nicolau V Sarzana 1447 1455
Calisto III Valência 1455 1458
Pio II Siena 1458 1464
Paulo II Veneza 1464 1471
Sisto IV Savona 1471 1484
Inocêncio VIII Gênova 1484 1492
Alexandre VI Valência 1492 1503
Pio III Siena 1503 1503
Júlio II Savona 1503 1513
Leão X Florença 1513 1521
Adriano VI Ultrecht 1522 1523
Clemente VII Florença 1523 1534
Paulo III Roma 1534 1549
Júlio III Roma 1550 1555
Marcelo II Montepulciano 1555 1555
Paulo IV Nápoles 1555 1559
Pio IV Milão 1559 1565
São Pio V Bosco 1566 1572
Gregório XIII Bolonha 1572 1585
Sisto V Grottammare 1585 1590
Urbano VII Roma 1590 1590
Gregório XIV Cremona 1590 1591
Inocêncio IX Bolonha 1591 1591
Clemente VIII Florença 1592 1605
Leão XI Florença 1605 1605
Paulo V Roma 1605 1621
Gregório XV Bolonha 1621 1623
Urbano VIII Florença 1623 1644
Inocêncio X Roma 1644 1655
Alexandre VII Siena 1655 1667
Clemente IX Pistóia 1667 1669
Clemente X Roma 1670 1676
Beato Inocêncio XI Como 1676 1689
Alexandre VIII Veneza 1689 1691
Inocêncio XII Nápoles 1691 1700
Clemente XI Urbino 1700 1721
Inocêncio XIII Roma 1721 1724
Bento XIII Roma 1724 1730
Clemente XII Florença 1730 1740
Bento XIV Bolonha 1740 1758
Clemente XIII Veneza 1758 1769
Clemente XIV Rimini 1769 1774
Pio VI Cesana 1775 1799
Pio VII Cesena 1800 1823
Leão XII Fabriano 1823 1829
Pio VIII Cingoli 1829 1830
Gregório XVI Belluno 1831 1846
Pio IX Sinigáglia 1846 1878
Leão XIII Carpineto 1878 1903
São Pio X Riese 1903 1914
Bento XV Gênova 1914 1922
Pio XI Milão 1922 1939
Pio XII Roma 1939 1958
João XXIII Sotto II Monte 1958 1963
Paulo VI Concesio 1963 1978
João Paulo I Belluno 1978 1978
João Paulo II Polônia 1978 2005
Bento XVI Alemanha 2005 2013
Francisco Argentina 2013 atual
Oração do Santo Terço
Oração do Santo Terço
Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
Breve história
Em tempos perdidos na nossa memória, houve uma antiga Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Situava-se em ponto importantíssimo da cidade. A Praça Antônio Prado. Mas nos tempos de antanho, foi este alargamento de ruas o símbolo da devoção paulistana. Daí o seu nome bonito: o Largo do Rosário. Porque foi ali que se ergueu e se manteve por tanto tempo a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.
A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, de tão pobrezinha que era, deve ter demorado muito para adquirir fundos que pudessem arrimar a construção de uma ermida. Acredita-se que só em 1721, em algum canto do Anhangabaú, erigiu-se uma capelinha. No ano de 1725, o ermitão Domingos de Melo Tavares obteve licença para erguer legalmente uma Igreja. Esmolou por três anos em Minas Gerais, e em 1728 a Irmandade rogou à Câmara de São Paulo um terreno, e o obteve no mesmo ano. Parece que em 1737 a Igreja já estava em pé.
Nos primeiros tempos, havia a festa da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos homens pretos que começava com uma missa muito solene e circunspecta. Depois, até homens brancos acudiam aos arredores da Igreja para assistir às tradicionais congadas (ou festas de Congos), reminiscências perdidas nas tradições dos escravos. Depois tudo mudou. As congadas dos homens pretos da confraria do Rosário foram sendo, lentamente, substituídas por festejos menos atentatórios aos bons costumes da sociedade branca. E a Igreja do Rosário foi ficando mais triste.
De outro lado, o chamado progresso de São Paulo pedia a reformulação do Largo do Rosário. A lei 698, de 24 de dezembro de 1903, em seu artigo primeiro desapropriou a Irmandade, mediante uma pequena indenização e um terreno no Largo do Paissandu para a reconstrução da Igreja. Por esses acasos do destino, os remanescentes do cemitério, que era de propriedade da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, foram parar às mãos do... irmão do prefeito, o sr. Martinico Prado. Ali se construiu o Palacete Martinico Prado, que já abrigou o Citybank e, hoje, acolhe a Bolsa Mercantil e de Futuros.
A antiquíssima Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos situa-se, hoje, no Largo do Paissandu. Fica defronte (ou, antes, inclinada) à Avenida São João. Tem uma porta frontal, por onde entram os fiéis, e outra lateral, cuja escada dá acesso à sacristia. A porta dos fundos leva ao subsolo, de acesso restrito aos membros da Irmandade.
FONTE: Arquidiocese de São Paulo
Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompeia
Breve história
Breve Histórico da Paróquia N. Sra. do Rosário de Pompéia – SP
Em 1920, o casal Cláudio de Sousa e Luiza Leite de Souza, em viagem à Itália, foi visitar o Santuário de Nossa Senhora do Rosário, na cidade de Pompéia, província de Nápoles. Cláudio e Luíza tinham uma filha que sofria de grave moléstia, considerada incurável pela medicina. Os pais viajaram e deixaram a filha doente em São Paulo.
No Santuário, com o coração e a mente amargurados, pediram uma graça que parecia impossível: a cura da filha. Eles pediram a intercessão de Maria, mãe de Jesus, invocada como Nossa Senhora do Rosário. Luiza e Claudio, ainda se encontravam em Pompéia, na Itália, e receberam uma carta com uma notícia maravilhosa. A filha apresentara melhoras repentinamente. Ela sentia-se curada, de forma inexplicável.
Os pais retornam ao Brasil e confirmam, com seus olhos, o que os céus lhes davam: a filha curada.
Profundamente tocados, agradecidos no fundo do coração, Cláudio e Luíza mandam construir, em terreno que possuíam no ponto mais elevado do outeiro que dominava a região – neste alto que é agora a Avenida Pompéia – uma pequena capela.
Uma capelinha de 7 por 14 metros, debruçada sobre a região praticamente desabitada. Naquele pequeno lugar de oração, o agradecido casal, colocou a imagem de N. Sra. do Rosário de Pompéia, trazida da Itália. No dia 12 de outubro de 1922, o Padre Venâncio Nalini, que era vigário da Freguesia de Nossa Senhora da Lapa, abençoou e entregou à devoção do povo a capelinha de N. sra. do Rosário de Pompéia. Em torno da capela cresceu o bairro, que assumiu o nome originário da padroeira. Por isso, se chama: Bairro de Vila Pompéia.
O cenário
Casarões esparsos. Árvores e bicas de água aqui e ali; descampados, pequenos morros e pirambeiras. Longe, via-se a estrada por onde passavam boiadas. Mais ao longe, o alto do Sumaré; mais distante ainda, o Campo das Perdizes; por toda parte, sanhaços, pardais, paturis, nhambus; e arbustos carregados de araçás, que os moleques comiam gulosamente. Que delícia, diria uma amiga minha!
Os Camilianos
Os Padres e Religiosos Camilianos, fundados por S. Camilo de Lellis em 1582, na Itália, que têm como missão principal, o cuidado para com os doentes, chegaram ao Brasil em 1922, a convite do Bispo de Mariana (MG), Dom Silvério Gomes Pimenta. Por conta da morte do bispo que os convidou acabaram não se fixando em Mariana, conforme o desejo do prelado, mas sim em S. Paulo.
O Pe. Inocente Radrizzani, coordenador da missão camiliana no Brasil, entrou em contato com Dom Duarte Leopoldo e Silva, Arcebispo de São Paulo, e logo foi recebido, com seus colegas, em audiência. Após uma calorosa recepção o mesmo ofereceu a capelinha de N. Sra. do Rosário de Pompéia e o seu entorno, bairro muito carente, para que iniciasse e desenvolvesse o seu trabalho. O sacerdote, aceitou imediatamente a oferta e arregaçou as mangas para trabalhar.
Padre inocente tomou posse da capelinha no dia primeiro de novembro de 1923, dia de Todos os Santos no calendário litúrgico. A partir de então, passou a haver missa todos os domingos. Iniciaram-se as aulas de catequese. Aos sábados, recitava-se o terço. O culto a N. Sra. do Rosário de Pompéia foi crescendo, junto com a população que foi aumentando.
Pe. Inocente tinha uma visão social de sua tarefa: instalou uma pequena escola, para atender as crianças da região – então com poucas facilidades quanto ao ensino – e providenciou um consultório médico, com atendimento gratuito apara toda a população. Esse consultório no decorrer dos anos evoluiu para Policlínica S. Camilo e hoje, Hospital Maternidade São Camilo, grande centro de referência em Saúde.
O crescimento do bairro e do número dos seus habitantes tornou a capelinha pequena para as necessidades do culto. Daí o lançamento da pedra fundamental da igreja que iria substituir a capela. Em 1928 começava-se a construir a nova igreja, isto é, a igreja atual.
Com projeto do arquiteto Giuseppe Sachetti, a igreja reproduz as linhas do santuário de Pompéia, na Itália. Basicamente a Igreja foi construída em cinco anos.
Alguns anos mais tarde foi criada a paróquia que foi desmembrada da Paróquia São João Vianey. No dia 19 de novembro de 1939 foi instalada a Paróquia e assumiu como primeiro Pároco o Pe. José Simoni, o qual ficou longos anos à frente da mesma.
Biblia Sagrada narrada por Cid Moreira
Biblia Sagrada narrada por Cid Moreira
Acenda uma vela para quem se foi!
Essa vela eu dedico a todos aqueles que se foram
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